Distúrbios de pigmentação: melasma e vitiligo
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A pele, o maior órgão do corpo humano, desempenha inúmeras funções como proteção,
termorregulação e percepção sensorial. É composta por três principais camadas:
epiderme, derme e hipoderme, que diferem em composição e função. Devido a
constante exposição da pele a fatores externos os riscos de um envelhecimento precoce
e do desenvolvimento de doenças dermatológicas são grandes. Estes efeitos podem ser
desencadeados por fatores como exposição solar prolongada, tabagismo e falta de
cuidados adequados com a pele. Dentre as doenças dermatológicas, os distúrbios de
pigmentação, com foco no melasma e no vitiligo, se destacam, resultantes do
desequilíbrio na produção de melanina. O melasma, caracterizado por uma
hiperpigmentação da pele, é mais comum em mulheres e encontra-se associado à
exposição solar e fatores hormonais, demanda terapias despigmentantes tópicas e
medidas de fotoproteção. Por outro lado, o vitiligo, uma doença de hipopigmentação
cutânea, está relacionada a mecanismos autoimunes e genéticos, e requer abordagens
terapêuticas variadas, incluindo fototerapia e, em casos específicos, procedimentos
cirúrgicos. Apesar das diferenças, o melasma e o vitiligo têm um impacto significativo na
qualidade de vida dos pacientes, tornando, assim, fundamental a necessidade de
diagnosticar e tratar corretamente tais distúrbios. Portanto, esta pesquisa tem como
objetivo aprofundar, por meio de uma revisão bibliográfica narrativa da literatura, o
conhecimento sobre esses distúrbios pigmentares e suas terapias, contribuindo para
melhores práticas clínicas.
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Citation
MEDEIROS, Paloma Cardozo. Distúrbios de pigmentação: melasma e vitiligo. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) – Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2024.