Utilização de teste histoquímico para determinar a viabilidade de grãos de pólen da espécie Passiflora setacea durante a antese floral

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O maracujazeiro é representante da ordem Passiflorales, família Passifloraceae, os quais estão distribuídos em 12 gêneros. A espécie Passiflora setacea, também conhecida como Maracujá-do-sono, é exemplo de cultivo experimental voltado ao melhoramento genético e a utilização da mesma como porta-enxertos devido à presença de substâncias químicas com potencial resistência a moléstias e à morte precoce. No Distrito Federal, a antese dessa espécie inicia-se por volta das 19h e a flor permanece aberta até a manhã do dia seguinte. Neste trabalho investigou-se a melhor opção de corante para teste histoquímico com os grãos de pólen da referida espécie e verificou-se a taxa de viabilidade em quatro tempos distintos pós-antese dos mesmos. A coleta do material biológico ocorreu em um plantio experimental em Planaltina-DF, das 20 horas às 2 horas do dia seguinte em intervalos de 2 horas, e os grãos foram imediatamente armazenados em tubos de eppendorf, previamente preparados com os corantes: Solução de Alexander e Carmim Acético (5%). Para o teste histoquímico, os grãos armazenados foram colocados em placas de petri e posteriormente analisados em Microscópio. Para verificar a taxa de viabilidade dos grãos, usou-se o teste de Kruskal-Wallis no software Bioestat 5.3®. Foi percebido que a Solução de Alexander corou o pólen com maior eficiência do que o Carmim Acético, podendo ser considerado a melhor opção para esta espécie. E que a taxa de viabilidade do pólen é classificada com alta apesar do decréscimo ao longo da antese floral.

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