A função da diferença na constituição do sujeito

dc.contributor.advisorQueiroz, Morgana de Almeida ept_BR
dc.contributor.authorScharinger, Joana Pantojapt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T18:08:43Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:57:30Z
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T18:08:43Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:57:30Z
dc.date.criacao2004-06pt_BR
dc.date.issued2004-06pt_BR
dc.description.abstractEm um mundo globalizado como o atual, a diferença e a singularidade entre os sujeitos parece estar se dissolvendo. Exatamente por isso, uma discussão sobre a função da diferença torna-se relevante. Para discutir tal questão, devemos abordar os primórdios da infância, transcorrendo pelo desenvolvimento do sujeito, para buscar entender em que momento da constituição nasce a noção de diferenciação eu-outro. Buscaremos também entender como se dá o processo de diferenciação em cada uma das estruturas clínicas, neurose, psicose e perversão, entendendo que tal diferenciação começa na relação mãebebê, a qual iremos descrever com detalhes. Este trabalho, portanto, tem como objetivo compreender qual a função da diferença na constituição do sujeito, levando-nos a suspeitar que a diferenciação, ao preservar a singularidade do sujeito, tem função de preservar a própria saúde psíquica do mesmo.
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2833
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleA função da diferença na constituição do sujeitopt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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