A (in)admissibilidade das provas ilícitas no processo penal brasileiro
| dc.contributor.author | Furtado, Beatriz Brandão | |
| dc.date.accessioned | 2022-09-27T18:04:39Z | |
| dc.date.available | 2022-09-27T18:04:39Z | |
| dc.date.criacao | 2022 | |
| dc.date.issued | 2022 | |
| dc.description.abstract | O presente artigo busca analisar a perspectiva constitucional da inadmissibilidade das provas ilícitas, que confronta diretamente a busca pela verdade no processo penal brasileiro, limitando a produção probatória à luz da democracia. O ordenamento jurídico brasileiro abarca as provas ilícitas tanto no Código de Processo Penal quanto na Constituição Federal de 1988, e as veda, inadmitindo-as como meio probatório frente às garantias fundamentais constitucionais, impedindo o abuso estatal no processo penal brasileiro. Contudo, o art. 157 do CPP dispõe que as provas derivadas das ilícitas podem ser admitidas em situações de exceção que, diante à má-redação do texto legal, abre-se um leque de possibilidades para sua aplicação na prática. | pt_BR |
| dc.identifier.orientador | Victor Minervino Quintiere | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/16240 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Processo penal | pt_BR |
| dc.subject | Prova ilícita | pt_BR |
| dc.subject | Prova ilícita por derivação | pt_BR |
| dc.subject | Livre convencimento | pt_BR |
| dc.title | A (in)admissibilidade das provas ilícitas no processo penal brasileiro | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |