A verdade e a verdade da ditadura: relação de imprensa e estado no regime militar a partir de duas vertentes

dc.contributor.advisorPaniago, Paulopt_BR
dc.contributor.authorGoulart, Patriciapt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T15:19:27Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:08:59Z
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T15:19:27Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:08:59Z
dc.date.criacao2006-01pt_BR
dc.date.issued2006-01pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho traz à tona histórias vividas durante a ditadura imposta ao Brasil com o golpe militar, em 31 de março de 1964. Histórias que têm como protagonista a imprensa brasileira. A censura, que chegou de mãos dadas com o regime, passou a ditar regras, definir rumos e, principalmente, esconder palavras e calar vozes. Jornais ficaram à mercê das canetas dos censores, posicionados entre leitores e redações, para que fosse informado apenas o que o governo julgasse conveniente. Militares mostraram força fechando jornais, com redações destruídas e prisão para profissionais que atrevessem contar além do que as canetas repressoras permitiam. As crônicas do jornalista, escritor e romancista Carlos Heitor Cony, publicadas no jornal Correio da Manhã nos meses que se seguiram ao golpe, depois publicadas no livro O ato e o fato: o som e a fúria das crônicas contra o golpe de 1964, retratam o poder de um governo que veio para se instalar violentamente nas vidas dos brasileiros e desses derrotar ideologias, interromper reformas, frustrar sonhos. Na contramão das revelações de Cony, estão as 404 páginas do livro Cães de guarda: jornalistas e censores do AI-5 à Constituição de 1988, da historiadora Beatriz Kushnir, que aprofundou na pesquisa para elaborar tese de doutorado pela Universidade de Campinas, pela qual recebeu aprovação com louvor. Na tese, transformada em livro, estão registrados depoimentos de ex-censores e jornalistas que vêm trazer outra versão para a história. A autora mostra o quanto alguns jornais da grande imprensa não só deixaram de resistir ao arbítrio como colaboraram com a repressão. O livro traz a polêmica revelação de que os mesmos porões que escondiam instrumentos da censura abrigavam também jornalistas de formação.
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/1202
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDitadura militar
dc.subjectCensura
dc.subjectImprensa
dc.titleA verdade e a verdade da ditadura: relação de imprensa e estado no regime militar a partir de duas vertentespt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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