Não união óssea em cães de raças toys: revisão de literatura
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A não união óssea é uma complicação que envolve mais cães de raças
pequenas, sendo os ossos rádio e ulna de cães de raças “toys” os mais acometidos.
Essa afecção consiste em um defeito na cicatrização óssea de uma fratura,
ocorrendo principalmente por uma falha de estabilização e uma vascularização
sanguínea inadequada. Seu diagnóstico é obtido a partir de exames radiológicos e
clínicos do paciente, sendo de difícil determinação em função do tempo necessário
para ser concluído. Este período é estimado entre 3 a 9 meses após a redução da
lesão, podendo variar de acordo com o paciente e com o trauma ósseo. A não união
óssea pode ser classificada em hipertrófica ou atrófica. E para seu adequado
tratamento é necessário conhecer os diversos fatores que podem influenciar o
processo de cicatrização e reorganização óssea, realizar procedimentos buscando
um adequado alinhamento e estabilização da fratura, e empregar técnicas
coadjuvantes para acelerar o processo de cicatrização e o retorno funcional do
membro acometido, como as fisiátricas, o uso de células tronco e o plasma rico em
plaquetas.