Os limites da democracia na política doméstica e externa estadunidense: do “Patriot Act” à guerra do Iraque
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Este trabalho tem como proposta analisar os limites da Democracia na Política Externa
e Doméstica estadunidense. Após o 11 de setembro, os EUA aprovaram a Doutrina Bush que
prevê que a nação estadunidense pode atacar um país, antes que este o ataque. Para isto, foi
feito pelo governo estadunidense uma lista contendo países que são seus inimigos por
ameaçarem a democracia e por serem regidos por governos ditatoriais. Contudo, ao declarar
guerra a países que possam a vir a atacá-los, os EUA propagam o medo e buscam usar a
democracia para vencer o terrorismo – um fenômeno que amedronta as populações mundo
afora através de ataques surpresas. Contudo, esta nova política estadunidense reflete as ações
intervencionistas que os EUA já viam praticando e teve a América Latina como alvo nas
décadas de 1960 a 1980. Sendo assim, este trabalho pretende analisar as transformações
ocorridas no que tange ao discurso democrático, usando como comparação a cidade-estado de
Atenas e os EUA. Este trabalho será respaldado na Teoria Crítica nas Relações Internacionais
para explicar o impacto destas políticas intervencionistas na consolidação de uma democracia
que atenda os desejos dos cidadãos e não apenas aos interesses dos Estados.
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FERREIRA, Ana Paula. Os limites da democracia na política doméstica e externa estadunidense: do “Patriot Act” à guerra do Iraque. 2005. 55 f. Monografia (Graduação) - Faculdade de Ciências Sociais e Jurídicas, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2005.