Qualidade de vida e afastamento no trabalho em servidores de Agência de Regulação Federal: um estudo longitudinal

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O adoecimento no trabalho pode ser visto como consequência de um sofrimento mental ou desgaste físico do indivíduo. Com as transformações do mundo do trabalho, muito se tem falado em formas de minimizar situações que promovam o sofrimento, ou em situações nas quais a promoção da saúde e do bem-estar sejam prioridade. A qualidade de vida no trabalho e a ergonomia são temáticas que visam ao bem-estar dos trabalhadores durante sua jornada de trabalho. Esta pesquisa foi realizada em uma agência reguladora federal, e teve tem como objetivo principal analisar os índices de afastamento no trabalho na Agência Reguladora pesquisada, bem como, traçar historicamente a evolução dos afastamentos. A partir do recorte histórico verificou a evolução dos afastamentos e o índice de absenteísmo por unidade da agência reguladora estudada. Os dados para a realização da pesquisa foram cedidos pelo órgão e analisados por série temporal, e isso caracteriza essa pesquisa como um estudo longitudinal, com dados secundários. Dentre os atestados analisados, conclui-se que os afastamentos mais recorrentes são devidos aos transtornos mentais e comportamentais, seguidos por doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo. Durante os anos analisados, verificou-se que a quantidade de atestados aumentou significativamente. Com o conhecimento das causas de afastamento, é possível elaborar práticas de qualidade de vida que tendem a diminuir o índice de adoecimento no trabalho.

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MOTTA, Luiza Matos da. Qualidade de vida e afastamento no trabalho em servidores de Agência de Regulação Federal: um estudo longitudinal. 2017. 53 f. Monografia (Graduação) - Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2017.

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