Mecanismo da febre
| dc.contributor.advisor | Silva, Cláudio Henrique Cerri e | pt_BR |
| dc.contributor.author | Carvalho, Araken Rodrigues de | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-30T14:27:39Z | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-05-09T20:41:25Z | |
| dc.date.available | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.available | 2012-10-30T14:27:39Z | en_US |
| dc.date.available | 2013-05-09T20:41:25Z | |
| dc.date.criacao | 2002 | pt_BR |
| dc.date.issued | 2002 | pt_BR |
| dc.description.abstract | A febre é uma elevação de temperatura ocasionada na maioria das vezes em virtude da presença de agentes patógenos no organismo, como por exemplo, as bactérias, sendo estes pirógenos exógenos. A febre possui um mecanismo de funcionamento, onde algumas proteínas específicas como o IL-1, o TNFα que são no caso, pirógenos endógenos, irão estimular o termostato hipotalâmico a produzir prostaglandinas, que irão participar no processo inflamatório, elevando a temperatura corpórea; diante dessa elevação o organismo apresenta um aumento das taxas metabólicas, e conseqüentemente isso irá estimular os processos efetuados pelos macrófagos e fagócitos, auxiliando o processo de defesa do organismo contra agentes patógenos. A febre não deve ser considerada como um processo de defesa do organismo e sim como um mecanismo de auxílio na defesa do organismo, sendo até uma determinada temperatura, benéfica ao corpo. A determinadas temperaturas o organismo funciona bem, contudo a febre pode apresentar algumas perturbações, tanto no mecanismo de algumas doenças, e também atuar como efetivador de convulsões febris em indivíduos que apresentam predisposição a isso. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2461 | |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.subject | Temperatura | |
| dc.subject | Hipotálamo | |
| dc.subject | Febre | |
| dc.title | Mecanismo da febre | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
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