Marketing religioso: o case da Igreja Universal do Reino de Deus
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A religião apesar de ser um assunto polêmico que divide povos no
mundo todo, é um meio eficaz de lucrar dinheiro, desenvolver empresas e
adquirir popularidade. É por isso, talvez, que tantas religiões nascem e
espalham suas Igrejas por diversos países. É como se fosse uma competição
onde cada religião promete uma salvação mais divina, uma qualidade de vida
maior com a fé no Senhor ou uma benção eterna para seus fiéis, na busca por
novos clientes.
Neste mercado, ainda que relutante contra as atividades de marketing,
pode-se observar estratégias bem fundamentadas e eficientes. Que
conseguem resultados claros e desejados. O marketing, que muitas vezes é
visto apenas como ferramenta de vendas e voltado para a lucratividade, deve
ser, a priori, visto como análise, planejamento, implementação e controle. Onde
se efetuam trocas benéficas para as partes envolvidas.
E, aceita ou não como tal, a religião se tornou um mercado. Com
características iguais a qualquer outro. Concorrência, clientes, promoção,
nichos, distribuição e, claro, produto. A fé é o que se oferece e, melhor que
qualquer outro produto tangível ou não tangível, é muito bem absorvida pela
massa, levando em consideração a natureza humana.