Subjetividade e doenças crônicas: os desafios da emergência do sujeito

dc.contributor.advisorRey, Fernando Gonzálezpt_BR
dc.contributor.authorPozzer, Camila Pinheiropt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T18:08:00Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:57:52Z
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T18:08:00Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:57:52Z
dc.date.criacao2008-06pt_BR
dc.date.issued2008-06pt_BR
dc.description.abstractEsta monografia apresenta como tema o processo saúde-doença na organização da configuração subjetiva e da representação social das doenças crônicas. E tem como problema de pesquisa os sentidos subjetivos e as representações sociais configurados no câncer e na hipertensão. Mas, para compreendê-los, expõe-se o objetivo geral de analisar os processos subjetivos de indivíduos portadores de doenças crônicas. O presente trabalho fundamenta-se na Teoria da Subjetividade desenvolvida por González Rey e suas principais categorias: subjetividade, subjetividade social, subjetividade individual, sujeito, sentido subjetivo e configuração subjetiva. Assim como na Teoria das Representações Sociais articulada com a Teoria da Subjetividade. Em seguida, discursa-se a respeito da saúde, através de uma reflexão crítica sobre o positivismo e o modelo biomédico reducionista da doença, que enxerga uma relação linear de causa direta e efeito sintomático. Ao contrário dessa perspectiva, neste trabalho defende-se a noção de doença como um processo complexo que se organiza subjetivamente e propõe-se um olhar mais amplo sobre a saúde como um sistema de configuração multidimensional articulada com a subjetividade. A metodologia empregada nesta pesquisa baseia-se na Epistemologia Qualitativa desenvolvida por González Rey, em que se sustenta o conhecimento como uma produção construtiva-interpretativa, de caráter interativo e legitimado pela qualidade da expressão única do indivíduo. Essa proposta epistemológica permite novas zonas de sentido, possibilitando a construção de informações ao longo do processo de comunicação nesta pesquisa. Na construção de informação pretende-se dar visibilidade à maneira como se constituem as configurações subjetivas das doenças, por meio de três estudos de casos: um sujeito com câncer e dois sujeitos com hipertensão. Nela, enfatiza-se a emergência do sujeito ativo na ressignificação do adoecimento, identificam-se alguns indicadores dos sentidos subjetivos organizados nas diferentes configurações subjetivas das doenças crônicas nos participantes desta pesquisa, os quais tiveram posicionamentos diferentes frente à doença, e vê-se a forma como esta é associada nas representações sociais. Por fim, realizam-se algumas considerações sobre os casos interpretados, em que se pode observar a singularidade do processo saúde-doença na história de vida de cada sujeito. Portanto, não se pretende chegar a resultados universalizantes, mas, sim, quer-se abrir novas zonas de inteligibilidade acerca da saúde, campo este que engloba a subjetividade e as representações sociais nela permeada.
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/3018
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSubjetividade
dc.subjectRepresentação social
dc.titleSubjetividade e doenças crônicas: os desafios da emergência do sujeitopt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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