Mito da beleza: como a publicidade reforça o padrão feminino de beleza vigente

dc.contributor.advisorDiesel, Úrsula Betinapt_BR
dc.contributor.authorXavier, Larissa Costapt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T14:41:40Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:09:40Z
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T14:41:40Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:09:40Z
dc.date.criacao2006-07pt_BR
dc.date.issued2006-07pt_BR
dc.description.abstractA beleza, ao contrário do que muitos pensam, não é um conceito fixo e imutável, ela sofre a ação do tempo, mudando constantemente de acordo com a sociedade e os valores da época. Em cada momento da história, em diversas sociedades e tempos distintos, o padrão de beleza foi se modificando. O que é considerado belo hoje pode ser o feio de tempos atrás, ou o ícone de beleza de algumas décadas passadas, simplesmente hoje poderia ser considerado fora do padrão, baixo demais, ou gordo demais... Assim, este trabalho visa mostrar às pessoas, as mulheres em especial, que a visão atual de beleza vigente em nossa sociedade, principalmente em relação à magreza, não é um conceito rígido, como uma lei, mas que pode e deve ser mudado, ainda mais por, em muitos casos, causar grandes danos corporais e psíquicos em relação a quem procura impiedosamente seguir este padrão. O trabalho em questão visa também mostrar que, além de beleza ser um conceito mutável, este é reforçado pela publicidade. Para isto, a aluna analisou anúncios em três revistas de segmentos diferentes, a informativa, a feminina e a masculina, com o auxílio da Semiótica e da Análise de Discurso de linha francesa.
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/1390
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleMito da beleza: como a publicidade reforça o padrão feminino de beleza vigentept_BR
dc.typeTCCpt_BR

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