Avanços na terapêutica de leucemia mielóide crônica
| dc.contributor.advisor | Silva, Cláudio Henrique Cerri e | pt_BR |
| dc.contributor.author | Pedroso, Graziela Elias | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-30T14:27:21Z | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-05-09T20:41:21Z | |
| dc.date.available | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.available | 2012-10-30T14:27:21Z | en_US |
| dc.date.available | 2013-05-09T20:41:21Z | |
| dc.date.criacao | 2003 | pt_BR |
| dc.date.issued | 2003 | pt_BR |
| dc.description.abstract | A leucemia mielóide crônica faz parte de um grupo de doenças, denominadas, síndromes mieloproliferativas crônicas, sendo a LMC a representante mais importante. A LMC foi a primeira doença onde uma anormalidade cromossômica que é a translocação 9,22 ou cromossomo Filadélfia, foi descrito a mais de duas décadas atrás. Foi uma das primeiras doenças onde o reconhecimento de um gene híbrido que é o rearranjo BCR-ABL leva a uma proliferação celular com aparecimento da LMC. Desde a sua descrição, muito pouco se podia fazer para melhorar as condições de vida dos pacientes e garantir uma maior sobrevida desses pacientes. Recentemente vários avanços têm sido feitos, tanto em nível de citogenética e molecular para um diagnóstico assertivo como para o tratamento. Além disso as recentes pesquisas em busca de drogas capazes de redimir a doença, como a hidroxiuréia, interferon e tratamentos curativos como o transplante de medula óssea, ou de sangue do cordão umbilical e a nova terapia inteligente que atua sobre o rearranjo BCR-ABL, inibindo o cromossomo Filadélfia e conseqüentemente, inibindo a doença, vem trazendo grandes expectativas de cura ou ao menos de uma maior e melhor sobrevida dos pacientes. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2438 | |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.title | Avanços na terapêutica de leucemia mielóide crônica | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
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