Autoconhecimento como técnica psicoterapêutica para a mudança comportamental

dc.contributor.advisorIsidro-Marinho, Geisonpt_BR
dc.contributor.authorSilva, Jacqueline Santos dapt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T18:07:53Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:57:47Z
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T18:07:53Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:57:47Z
dc.date.criacao2007-06pt_BR
dc.date.issued2007-06pt_BR
dc.description.abstractO tema autoconhecimento está ligado historicamente a introspecção, ou seja, ao isolamento para que se possa realizar uma análise interna do que acontece consigo mesmo. Isto ocorre devido a tradição mentalista na explicação do comportamento humano e conseqüentemente no autoconhecimento. Contudo, é de grande importância se desvincular desta forma de explicação que negligência as verdadeiras causas do comportamento e propor uma vertente empírica para abordar o assunto. Então, para isso, tendo como base teórica a análise do comportamento humano, levando em consideração a sua história, proposta e métodos, o intuito deste estudo foi de por meio de uma pesquisa bibliográfica sobre o tema, explicar como se dá o processo de conhecimento e mais especificamente o de autoconhecimento, e demonstrar a relevância de sua utilização como técnica terapêutica para a mudança comportamental dentro do âmbito psicoterapeutico. Assim sendo, pôde ser notado que o autoconhecimento ocorre sob intervenção da comunidade na qual o indivíduo pertence, pois é ela que fornece as contingências e emite perguntas sobre aquilo e porque se está fazendo, isso possibilita que o sujeito descreva o seu comportamento, se tornando consciente do que faz, sendo mais sensível ao controle ambiental, pois passa a discriminar as variáveis das quais as suas próprias ações são função. Há problema quando o autoconhecimento envolve eventos privados, em oposição aos públicos, pois a comunidade que treina as discriminações não tem acesso a eles. Outro problema são condutas distraídas, maneirismos e comportamentos mecânicos que dificultam a discriminação do sujeito de seus atos, com isso, o sujeito acaba muitas vezes inventando causas fictícias para o seu comportamento, ocasionando um autoconhecimento deficiente. Isso traz grande angústia ao sujeito que passa a não saber lidar com certas situações. O terapeuta é a pessoa mais adequada para aliviar e solucionar estas dificuldades, pois se trata de um profissional que proporciona informação controlada, fornecendo de forma segura a direção para os novos repertórios comportamentais a serem desenvolvidos pelo cliente por meio de técnicas de autocontrole, o capacitando para uma auto-observação mais eficaz, construindo um sujeito mais autônomo. É de grande relevância o desenvolvimento do autoconhecimento de forma correta, este estando vinculado principalmente à psicoterapia, pois quem tem autoconhecimento tem grande vantagem, afinal a pessoa pode controlar e prever o seu próprio comportamento aumentando a sua capacidade de planejamento e execução de comportamentos com maior eficiência, possibilitando ao indivíduo uma perspectiva de futuro mais bem sucedido.
dc.identifier.citationSILVA, Jacqueline Santos da. Autoconhecimento como técnica psicoterapêutica para a mudança comportamental. 2007. 52 f. Monografia (Graduação em Psicologia) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2007.
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2972
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAnálise do comportamento
dc.subjectAutoconhecimento
dc.subjectPsicoterapia
dc.titleAutoconhecimento como técnica psicoterapêutica para a mudança comportamentalpt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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