História da alfabetização no Brasil e seus reflexos na alfabetização contemporânea

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O objetivo da presente dissertação era verificar se havia indícios de práticas tradicionais ou de novas práticas nas salas de aula de alfabetização da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Cartilhas foram analisadas no intuito de exemplificar e situar temporalmente as práticas tradicionais de ensino desde a Proclamação da República até meados de 1990. Posteriormente, foram realizadas entrevistas abordando as percepções dos professores acerca de suas práticas, com dez professoras do gênero feminino, com a idade entre 28 e 50 anos e entre 5 e 27 anos de magistério. Elas atuavam nas cidades satélites de Taguatinga e Ceilândia do DF. Todas as professoras entrevistadas se auto intitularam construtivistas, um termo que traz consigo a ideia da modernidade e atualidade no ambiente escolar, apesar de ter ganhado notoriedade no Brasil há 40 anos. Entretanto, suas falas e seus exemplos deixam nítidos o peso do tradicionalismo em suas práticas docentes. Estas tendências tradicionais ou novas foram investigadas durante o período de isolamento social no Brasil em 2020 e 2021, devido à pandemia de Covid-19, uma doença infecciosa causada pelo novo Coronavírus (SARS-COV2).

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