A análise pessoal como pilar fundamental à formação analítica: uma perspectiva freudiana

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A análise pessoal do analista caracteriza-se como o pilar fundamental dentre os demais suportes pertencentes ao tripé analítico criado por Freud. Isso já se fazia evidente quando ele, muito antes de analisar os outros, analisava-se a si mesmo inclusive a partir dos próprios sonhos e pensava sua teoria a partir de suas respectivas questões. Todavia, a necessidade de instituir a análise pessoal como quesito obrigatório ao analista se tornou mais urgente desde que, motivado por preocupações reais que ameaçavam a perpetuação de sua teoria, o precursor da psicanálise se mobilizou para profissionalizar a prática analítica. Logo, perante a ligeira expansão e o reconhecimento internacional dessa teoria que se tornava cada vez mais promissora, exigiu-se a institucionalização da psicanálise e consequentemente, a estipulação de algumas regras e advertências as quais Freud se viu na obrigação de reger devido as práticas irresponsáveis que desde o início já se faziam presentes. Ressaltando pois a função primordial que a análise pessoal exerce na formação contínua de um analista, o presente trabalho apresenta um relato da experiência pessoal de uma analista em formação que, diante de alguns recortes de casos atendidos em sua prática clínica, reconhece o quão a análise pessoal junto à supervisão de um profissional reconhecido no meio tem corroborado tudo o que a teoria iniciada por Freud tem contribuído em sua função enquanto terapeuta clínica.

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VIEIRA, Angélica Maçaneiro. A análise pessoal como pilar fundamental à formação analítica: uma perspectiva freudiana. 2017. 47 f. Monografia (Especialização em Teoria Psicanalítica) – Instituto CEUB de Pesquisa e Desenvolvimento, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2017.

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