Controle de fronteiras em regiões não vivificadas: casos do Brasil e da Rússia

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Este trabalho busca fazer um estudo comparado entre as fronteiras não vivificadas, ou seja, com baixa densidade demográfica do Brasil e da Rússia, sendo as regiões analisadas, respectivamente, a região Amazônica e a região da Sibéria. Com ênfase nessas fronteiras, primeiramente é necessário compreender o que constitui uma fronteira e seus aspectos, assim como a análise da geografia da região. A dinâmica histórica dos países revela muito sobre a sua geopolítica e o estabelecimento de suas estratégias para criação de agendas de segurança e defesa de suas fronteiras, assim como a de suas relações com seus países vizinhos fronteiriços. As relações entre os países também será analisada sob a visão da teoria dos Complexos Regionais de Segurança (CRS), caracterizando cada país e incluindo também o modelo do Arco da estabilidade e da instabilidade, com o intuito de entender as dinâmicas regionais e seus impactos nas relações internacionais, assim como nos termos de defesa e segurança destas vastas regiões. O objetivo deste trabalho, através da análise desses pontos, é investigar como o Brasil e a Rússia têm buscado se estruturar para proteger essas regiões não vivificadas, se existem sistemas criados e implantados pelo governo desses países para o monitoramento dessas regiões, realizando um estudo do que consiste esses mecanismos de defesa e segurança de fronteiras.

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AFONSO, Clarissa. Controle de fronteiras em regiões não vivificadas: casos do Brasil e da Rússia. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Relações Internacionais) – Faculdade de Ciência Jurídicas e Sociais, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2017.

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