Autopercepção da imagem corporal em universitários do curso de educação física

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Introdução: A insatisfação com a imagem corporal e avaliada por meio da diferença entre a silhueta real e a idealizada e pode influenciar comportamentos alimentares, além disso, a construção da imagem corporal está presa em padrões estéticos impostos culturalmente, fator que pode vir à causa danos psicológicos nos indivíduos que se encontram fora desses padrões. Objetivo: O estudo foi verificar a autopercepção da imagem corporal, estado nutricional e dos níveis de atividade física em universitários do curso de Educação Física do UNICEUB . Metodologia: Trata-se de um estudo transversal, com delineamento descritivo. A amostra foi composta por 60 acadêmicos do curso de educação Física sendo 30 alunos sexo masculino e 30 alunas do sexo feminino, foi aplicado o Questionário com análise de silhuetas proposta por Stunkard et al. e o questionário internacional de atividade física versão curta (IPAQ) de Matsumoto. Resultados: Através do teste de Quiquadrado, não foi apontada relação significativa entre a satisfação com a percepção da silhueta e o nível de atividade física (p = 0,182).Se mostra significativa a insatisfação da imagem corporal na vontade em diminuir a silhueta em indivíduos Eutróficos (p = 0,013)Considerações Finais: Os achados do presente estudo reforçam a ideia de que universitários de ambos os sexos e com diferentes classificações de IMC almejam atingir o padrão de beleza determinado por fatores socioculturais. Desta forma, as questões levantadas devem servir de alerta para a prevenção de transtornos alimentares, uso de esteroides anabolizantes e prática excessiva de exercício físico em estudantes universitários.

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