Leucemia mieloide crônica: aspectos fisiopatológicos, diagnóstico e tratamento
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A Leucemia Mieloide Crônica é originada a partir de uma translocação recíproca entre os cromossomos 9 e 22, formando o cromossomo Filadélfia (Ph). Dentre todas as leucemias, a LMC corresponde de 15% a 20%, com incidência de um a dois casos para cada 100 mil indivíduos. O objetivo deste trabalho é dissertar sobre a fisiopatologia da doença, a partir de uma revisão narrativa da literatura sobre o tema. Para isso, foram utilizados artigos de 2005 a 2021. O diagnóstico ocorre a partir de exames rotineiros, já que, na fase crônica, os pacientes são assintomáticos. Com o avanço do tratamento, os Inibidores de Tirosino Quinase passaram a ser utilizados, mudando o curso clínico e a sobrevida dos pacientes. Com base nisso, foram apresentadas as principais repercussões da enfermidade, com a finalidade de proporcionar aos profissionais biomédicos e demais profissionais que atuam na área diagnóstica uma maior compreensão acerca da patologia.