Estudos sobre gestão de crise em comunicação casos: naufrágio do navio Costa Concordia, incêndio na boate Kiss em Santa Maria, acidente no Parque Hopi Hari

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Crises são recorrentes nas instituições. Nesse trabalho discute-se que as crises não podem ser evitadas, mas podem ser amenizadas se a ação for rápida e eficiente, crises que envolvem fenômenos da natureza ocupam apenas 10% do total de crises, a maioria é por falha humana e problemas de gestão, a melhor solução é um manual de prevenção a crises, aprender com os erros dos outros e evitar que eles aconteçam na instituição. Honestidade é a virtude n°1 na gestão de crises, se houve o problema, deve-se assumi-lo e buscar soluções para resolvê-lo o mais rápido possível, dar atenção às pessoas lesadas, ouvi-las, se importar com o outro e entender seu sofrimento. O Porta-voz é designado a falar com a imprensa, deve ser uma pessoa preparada e entendida para tratar o assunto abordado, a virtude n°2 é não falar demais, aborde o tema com a seriedade necessária e marque entrevistas coletivas conforme tenha mais informações e soluções. O Diretor Executivo deve responder o que lhe for perguntado de maneira clara e sucinta, nunca poderá ser utilizado o “nada a declarar” sempre há algo a declarar e assumir as falhas é a melhor maneira de a empresa ficar menos “mal vista” no mercado, foi abordado nesse trabalho três casos recentes, escolhidos a dedo, os quais contribuem para esclarecer o que não se deve fazer em uma crise, serve de exemplo para que as empresas utilizem essas experiências trágicas e treinem seus funcionários para trabalhar com a prevenção e não tentar uma solução remeativa, foi abordado também à questão da propagação da informação pelas mídias digitais, a forma como o Porta-voz deve se portar e resoluções para uma crise de comunicação.

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