A boa-fé objetiva no processo civil contemporâneo e suas repercussões práticas
| dc.contributor.advisor | Santana, Hector ValverdeSantana, H | |
| dc.contributor.author | Loureiro, Renê Edney Soares | |
| dc.date.accessioned | 2018-06-11T20:11:16Z | |
| dc.date.available | 2018-06-11T20:11:16Z | |
| dc.date.criacao | 2016 | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description.abstract | Almeja-se trazer bases sólidas para proporcionar reflexões teóricas e práticas sobre a boa-fé objetiva, elevando-a a patamar de merecido destaque e respeito. Assim, o presente estudo visa demonstrar que a boa-fé subjetiva não é suficiente para impor limites a atos ilegítimos, desarrazoados, desproporcionais e imorais na medida em que é impossível que o Juiz ingresse no psiquismo da parte para lhe aferir a vontade e intenção ao agir. Seguidamente, os instrumentos processuais de sanção dispostos no Código de Processo Civil não conseguem abarcar toda gama de atitudes e condutas desleais, o que acarreta a impunidade em muitos casos e, indiretamente, fomenta o jeitinho e a malandragem. Tal fato fez com que se desenvolvesse a boa-fé objetiva processual, proporcionando ao julgador parâmetros e mecanismos aptos para combater condutas maléficas. Dessa maneira, reconhecese que a boa-fé objetiva passou por claros e indispensáveis avanços, principalmente com o advento do Código de Defesa do Consumidor e do Código Civil. Porém, diante da manifesta necessidade de regular outras relações jurídicas, o progresso foi ainda maior, passando a se fortalecer no campo processual, sobretudo com o advento do novo Código de Processo Civil que elevou a boa-fé objetiva a norma fundamental que norteará o processo como um todo, municiando o órgão jurisdicional de um poder geral de efetivação da lealdade. Criou-se, assim, um dever geral de boa conduta que atinge, indistintamente, todos os sujeitos processuais. Com efeito, a doutrina contemporânea e a jurisprudência moderna passaram a compreender a evolução do tema e aplicar as regras da boa-fé objetiva no direito processual civil, alocando a cláusula geral como fundamento sólido para extirpar condutas manifestamente desleais. Nesse contexto, a conclusão lógica e inevitável é a de que a boa-fé objetiva deve ocupar posição de relevo no direito processo civil, nortear todas as relações jurídicas processuais, servir de instrumento idôneo para evitar, prevenir e coibir prejuízos processuais e proporcionar consequências sérias e graves de sua violação, através da imposição de sanções e punições adequadas no caso concreto pois, assim, atingiremos um devido processo justo, leal, efetivo, adequado e legítimo. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | LOUREIRO, Renê Edney Soares. A boa-fé objetiva no processo civil contemporâneo e suas repercussões práticas. 2016. 187 f. Dissertação (Mestrado em Direito) – Instituto CEUB de Pesquisa e Desenvolvimento, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2016. | pt_BR |
| dc.identifier.orientador | Santana, Hector Valverde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/235/12266 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Boa-fé subjetiva | pt_BR |
| dc.subject | Boa-fé objetiva | pt_BR |
| dc.subject | Dever geral de boa conduta | pt_BR |
| dc.title | A boa-fé objetiva no processo civil contemporâneo e suas repercussões práticas | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |