Análise da degradação de um solo do Distrito Federal em contato com gasolina comum
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Sabe-se que as obras de engenharia são executadas para durarem muitos anos, no entanto devem ocorrer as manutenções ao longo da vida útil dos empreendimentos. Um posto de gasolina em funcionamento também deve seguir critérios de manutenção tendo em vista evitar possíveis vazamentos. Porém, dificilmente observa-se manutenção ou verificação das condições dos tanques enterrados no solo, nos quais se encontram todo o fluido que abastece o posto. Nesta pesquisa buscou-se entender o processo de contaminação do solo por meio do contato deste material com a gasolina comum. Foi simulada em laboratório, para variados tempos, a contaminação de um solo argilo-arenoso do Distrito Federal. Para o citado processo compactou-se corpos de prova (CP) seguindo as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), e em seguida estes CP’ s foram submetidos ao contato com o citado fluido agressivo. Para avaliar a sequência de contaminação realizou-se ensaios de adensamento antes e após o contato do solo com a gasolina e ainda, fez-se análise química dos citados materiais. Observou-se que realmente ocorrem alterações no solo quando em contato com a gasolina comum, e cita-se como uma alteração relevante as variações de matéria orgânica observadas nos resultados da análise química e ainda as alterações no valor do índice de vazios nos solos para os variados períodos de contaminação quando comparados com os resultados das amostras antes do contato com o fluido.