Síndromes gripais e infecção por coronavírus em pacientes usuários de imunossupressores no DF: um estudo de caso controle
| dc.contributor.author | Santos, Gustavo Araújo do Nascimento | |
| dc.contributor.author | Borges, Aline Rizzo Borges | |
| dc.date.accessioned | 2022-12-08T11:43:48Z | |
| dc.date.available | 2022-12-08T11:43:48Z | |
| dc.date.criacao | 2021 | |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.description.abstract | Em um contexto de pandemia pelo COVID-19 em que mais de 150 milhões de casos já ocorreram, busca-se avaliar o comportamento das síndromes gripais e do COVID-19 na população com doenças reumatológicas em uso de imunossupressores convencionais sintéticos no Distrito Federal. Por meio de um questionário aplicado em entrevistas telefônicas, os pacientes foram acompanhados durante 12 semanas em 5 contatos para avaliar a presença de sintomas gripais ou casos confirmados de COVID-19. Os dados coletados foram analisados descritivamente, feitas associações entre duas variáveis categóricas utilizando-se os testes de Qui-Quadrado e teste exato de Fisher, e realizadas comparações de médias entre dois grupos por meio de testes não paramétricos de Mann-Whitney e de Kruskal- Wallis. Foram estimadas regressões Binomiais Negativas simples (univariada) e múltiplas (multivariada). Para todos os testes estatísticos foram utilizados um nível de significância de 5%. As análises estatísticas foram realizadas com o uso do software estatístico SPSS 20.0 e STATA 12. Um total de 373 pacientes foram incluídos no estudo, 170 faziam uso de imunossupressores, a maioria era do sexo feminino (91,7%, n=342) com a média de idade de 45,7 anos. Em relação às comorbidades no grupo em uso de imunossupressores 20% (n=33) tinham hipertensão arterial sistêmica, 11,5% (n=19) tinham doença renal, 7,3% (n=12) tinham doença pulmonar, 6,1% (n=10) tinham cardiopatia e 5,5% (n=9) tinham diabetes mellitus. No modelo multivariado final a idade (p=0,001) e uso de imunossupressor (p=0,003) foram significativas. Observou-se que a frequência de sintomas gripais foi 66,0% maior em pacientes que faziam uso de imunossupressores comparativamente àqueles que não faziam uso dessa medicação. Não se obteve diferença significativa no número de casos por COVID-19. Dessa forma, o uso de imunossupressores convencionais sintéticos associou-se a uma maior frequência de sintomas gripais. | pt_BR |
| dc.identifier.orientador | Ana Paula Monteiro Gomides Reis | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/16276 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Imunossupressores | pt_BR |
| dc.subject | Doenças reumatológicas imunomediadas | pt_BR |
| dc.subject | COVID-19 | pt_BR |
| dc.subject | Coronavírus | pt_BR |
| dc.subject | Síndrome gripal | pt_BR |
| dc.title | Síndromes gripais e infecção por coronavírus em pacientes usuários de imunossupressores no DF: um estudo de caso controle | pt_BR |
| dc.type | Relatório de Pesquisa | pt_BR |