Transtorno do pânico: uma análise comportamental

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O Transtorno do Pânico caracteriza-se por ataques de pânico recorrentes e inesperados. As crises de pânico são caracterizadas por períodos distintos, súbitos e inesperados de medo ou desconforto intenso associado à falta de ar, tonturas, taquicardias, náuseas, tremores, sudorese, formigamento e outros sintomas físicos, ocorre a sensação de morte iminente ou crença de estar enlouquecendo. O transtorno do pânico tem uma repercussão social prejudicial na vida do portador, que sofre conseqüências negativas em sua vida pessoal, familiar e profissional. Na postura behaviorista radical, a análise funcional busca as causas do comportamento no ambiente externo, não considerando as cognições como causas de comportamentos. Assim, o sentimento de ansiedade, o medo, o nervosismo, são considerados comportamentos, que também devem ser explicados. A etiologia dos comportamentos desviantes ou mal-adaptados deve ser verificada no controle antecedente, no controle conseqüente e na aprendizagem social e o tratamento é derivado da análise funcional. Alguns estudos demonstram a eficácia de uma combinação de estratégias comportamentais de tratamento para os ataques de pânico, incluindo-se o relaxamento, o treinamento assertivo, a exposição ao vivo, o treinamento em Biofeedback , a reformulação de regras e a dessensibilização.

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FREITAS, Claudia Márcia de. Transtorno do pânico: uma análise comportamental. 2005. 61 f. Monografia (Graduação em Psicologia) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2005.

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