Estímulos e barreiras à criatividade nas organizações: estudo em uma organização pública do Distrito Federal
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O estudo da criatividade encontra-se mais evidente atualmente, na medida em que as
organizações precisam criar e inovar na realização de suas atividades, para se manterem
competitivas no mercado. O estudo da criatividade ganhou força a partir do despertar de
interesse pelo tema por pesquisadores, que ampliaram as contribuições científicas. Este
conceito é definido como a emergência de um produto ou idéia, sendo estes, novos e de valor.
Tendo em vista estes aspectos, o presente estudo teve como objetivo identificar a percepção
dos trabalhadores de uma organização pública do DF acerca dos estímulos e barreiras à
criatividade presentes em seu ambiente de trabalho. Para a realização desta pesquisa, foi
aplicado o instrumento ICCAT – Indicadores de Condições para Criar em Ambiente de
Trabalho, versão reduzida do ICC – Indicadores de Clima para a Criatividade, desenvolvido
por Bruno-Faria e Alencar (1998). Foi utilizada uma amostra não-probabilística de
conveniência de 145 funcionários, que representam 15,23% do total de colaboradores da
organização. Os resultados mostram que os funcionários percebem a organização como
medianamente criativa e que o estímulo mais presente é o fator Disponibilidade de Recursos,
enquanto o fator Dificuldades Organizacionais vem impedindo o desenvolvimento desta. A
partir dos achados, discute-se que existem aspectos a serem melhorados na organização, a fim
de aprimorar seu desempenho e sugestões para novas pesquisas.