Negociação direta versus arbitramento: definição de limites territoriais pela política externa brasileira

dc.contributor.advisorJardim, Tarciso Dal Maso
dc.contributor.authorLopes, Juliana Nogueira de Resende
dc.date.accessioned2016-11-22T18:12:59Z
dc.date.available2016-11-22T18:12:59Z
dc.date.criacao2005-11
dc.date.issued2005
dc.description.abstractO presente trabalho visa demonstrar, a partir de uma análise contextual da política externa brasileira, no período de 1902 a 1912, as modalidades de solução de controvérsias, utilizadas em questões territoriais entre o Brasil e os demais países sul-americanos, destacando-se o trabalho de José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, e ressaltando-se, ainda, a questão acreana que, por meio da negociação direta, resultou no Tratado de Petrópolis, tornado um marco na história da política externa brasileira, por demonstrar a reconhecida habilidade política dos Plenipotenciários brasileiros, Rio Branco e Assis Brasil.pt_BR
dc.identifier.citationLOPES, Juliana Nogueira de Resende. Negociação direta versus arbitramento: definição de limites territoriais pela política externa brasileira. 2005. 60 f. Monografia (Graduação) – Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2005.pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/235/9481
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleNegociação direta versus arbitramento: definição de limites territoriais pela política externa brasileirapt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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