A orientação sexual nas séries inicias

dc.contributor.authorLeite, Edinaldo Dias
dc.contributor.authorFerreira, Elaine Alves
dc.contributor.authorLopes, Elizabeth Cristina
dc.contributor.authorAbreu, Juliana Alves de
dc.date.accessioned2016-12-12T23:36:03Z
dc.date.available2016-12-12T23:36:03Z
dc.date.criacao2005
dc.date.issued2005
dc.description.abstractA sexualidade sempre teve espaço nas preocupações da escola. Não, às claras, mas veladamente, implicitamente, de modo não assumido, camuflado sob uma capa moral que exibe e exige o silêncio como forma de fomentar a repressão. Mais que uma preocupação, a sexualidade se mostra uma ocupação de toda a escola. Veladamente. No discurso, ela só aparece nas entrelinhas, não pode ser explicitada. Este estudo teve como objetivo verificar como a sexualidade tem sido tratada nas práticas de sala de aula das séries iniciais, considerando que a percebemos como uma construção histórica e cultural. Para a coleta de dados foram selecionados 40 sujeitos de ambos os sexos, em diversas faixas etárias, professores do Ensino Fundamental da Escola Pública do Distrito Federal. Foi realizada entrevista estruturada á cada um dos sujeitos e analisado o relato verbal. Os resultados apontam que as experiências com a orientação sexual, tornaram-se presentes a atuação e a correlação tanto de diversos discursos - da biologia, das identidades de gênero e sexuais, da criança inocente e assexuada, da família, da proteção - quanto de interdições as explicações do campo biológico, as transferências de alunos, as nomeações pejorativas, as repreensões, as micropenalidades, por exemplo. Em relação aos comportamentos sexuais observados em sala-de-aula como beijos, exploração do corpo do colega, jogos sexuais, o educador pode pautar-se sobre os mesmos princípios que usa para outros comportamentos inadequados em aula, ou seja, demonstrar que entende a curiosidade, mas que a escola é um lugar onde deve-se respeitar a vontade dos outros e que estão lá para aprender, brincar, etc. Foi observado nos dados obtidos que os sujeitos acreditam que o educador não deve se omitir, ao contrário, deve orientar para brincadeiras e comportamentos adequados mas sem passar valores morais reprovadores como se a curiosidade fosse algo negativo, "feio" ou pecaminoso.pt_BR
dc.identifier.citationLEITE, Edinaldo Dias et al. A orientação sexual nas séries iniciais. 2005. 145 f. Monografia (Graduação) - Faculdade de Ciências da Educação, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2005.pt_BR
dc.identifier.orientadorSalim, Cássia Maria Ramalhopt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/235/9908
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleA orientação sexual nas séries iniciaspt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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