Infecções pós-transplantes: fúngicas, virais, bacterianas, micobacterianas e parasitárias

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O transplante de órgãos sólidos (TOS) é uma das maiores conquistas da história atual da medicina. Contudo, os receptores de transplante ainda enfrentam uma expectativa e qualidade de vida significativamente menores do que a população geral. Uma das explicações é a variedade de patógenos que causam infecções, tendo risco aumentado nesses receptores de transplante de órgãos sólidos devido à imunossupressão necessária para manter os aloenxertos. O objetivo do trabalho é descrever as principais infecções bacterianas, fúngicas, micobaterianas, parasitárias e virais em pós-transplantes. Os principais patógenos envolvidos são bactérias resistentes a múltiplas drogas, Clostridium difficile, Nocardia spp, micobatérias, fungos e parasitas diversos que causam infecções potencializadas pelo estado imunossupressor e vírus, como BK, VHB, CMV, HPV, Epstein-Barr, entre outros. Contudo, os centros de transplante tipicamente dão aos seus receptores de transplante de órgãos sólidos medicamentos antibacterianos, antivirais, antifúngicos e vermífugos como profilaxia contra a infecção enquanto eles estão em maior risco.

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SIMÕES, Viviann Christina Rebouças. Infecções pós-transplantes: fúngicas, virais, bacterianas, micobacterianas e parasitárias. 2017. 19 f. Monografia (Graduação) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2017.

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