Precatórios: uma discussão acerca da constitucionalidade da Lei 13.463/2017 alicerçada na ADI 5755/DF
| dc.contributor.author | Mosquera Filho, Victor Hugo | |
| dc.date.accessioned | 2021-04-27T19:32:21Z | |
| dc.date.available | 2021-04-27T19:32:21Z | |
| dc.date.criacao | 2021-01-20 | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.description.abstract | A Lei nº. 13.463/2017 trata dos recursos públicos federais utilizados para o pagamento das requisições judiciais – instrumentos para requisitar ao poder público que pague débito decorrente de ação judicial – que visam à quitação de decisão condenatória da União, referente ao sistema de precatórios ou às requisições de pequeno valor (RPVs), conforme previsto no art. 100, da Constituição Federal. A referida lei, criada como modo de garantir a eficiência de recursos que teriam sido ignorados pelos seus respectivos credores mediante a adoção de meios necessários para a melhor utilização dos recursos públicos, evitando desperdícios e garantindo uma maior rentabilidade, teve sua constitucionalidade questionada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5755/DF ao pretexto de violar o princípio constitucional da separação dos poderes, o direito de propriedade, o princípio de vedação ao confisco, a coisa julgada material, a segurança jurídica e a efetividade da jurisdição. O presente trabalho faz uso do método teórico para a análise de fontes bibliográficas sobre o assunto em questão e do método empírico para a análise do caso em comento, ou seja, a ADI 5755, os argumentos nela explicitados, bem como a Lei nº. 13.463/2017 e sua compatibilidade com o ordenamento jurídico brasileiro. Portanto, o presente artigo tem como objetivo explorar, preliminarmente, o regime jurídico hodierno de precatórios, para ter base para analisar a Lei nº. 13.463/2017 e sua aplicação nos casos concretos. Nele se discorrerá acerca dos argumentos apresentado na ADI 5755/DF, com vistas a verificar a inconstitucionalidade do art. 2º da referida lei, e do restante por arrastamento, nos termos do elencado na referida Ação Direta de Inconstitucionalidade. Ao final, o artigo constata que a referida lei não se coaduna com a Constituição Federal, isso porque viola o princípio da separação dos poderes, o direito de propriedade, o princípio de vedação ao confisco, a coisa julgada, a segurança jurídica e a efetividade da jurisdição, de modo a evidenciar a sua inconstitucionalidade. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | MOSQUERA FILHO, Victor Hugo. Precatórios: uma discussão acerca da constitucionalidade da Lei 13.463/2017 alicerçada na ADI 5755/DF. 2020. Monografia (Graduação em Direito) - Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2020. | pt_BR |
| dc.identifier.orientador | Gianasi , Anna Luiza de Castro | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/14925 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | UniCEUB | pt_BR |
| dc.subject | Precatórios | pt_BR |
| dc.subject | Lei 13.463/2017 | pt_BR |
| dc.subject | Inconstitucionalidade | pt_BR |
| dc.subject | Separação dos Poderes | pt_BR |
| dc.subject | ADI 5755/DF | pt_BR |
| dc.title | Precatórios: uma discussão acerca da constitucionalidade da Lei 13.463/2017 alicerçada na ADI 5755/DF | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |