Paradiplomacia e as políticas públicas brasileiras e argentinas: comparativo entre as duas regiões da América do Sul frente ao crescimento das novas formas de cooperação descentralizada como a paradiplomacia

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A participação internacional de atores não-centrais (como cidades e províncias) tem chamado atenção para um novo momento de se fazer diplomacia, assim surge o contexto da paradiplomacia, uma diplomacia paralela aos Estados centrais e que tem sido determinante para o desenvolvimento local e regional de vários membros subnacionais. O objetivo central do trabalho é abordar e comparar como tem sido administrado internamente dentro da esfera política e constitucional a legitimidade desse processo de maior autonomia para esses novos atores dentro do esquema nacional, o trabalho trata o seu enfoque em dois dos principais países da América do Sul: Brasil e Argentina. Propõe-se, assim, apresentar como tem sido o crescimento dessa diplomacia paralela, tanto em termos acadêmicos como práticos, somado a esta introspecção, apresentar ações práticas de governos locais (argentinos e brasileiros), dentro do cenário de interação internacional como: surgimento de acordos de cooperação para melhoria da administração local. Sob essa ótica, a paradiplomacia demanda tanto o diálogo com a sociedade civil (demandas da população) e a criação de novas políticas públicas, para que seja aberto o espaço necessário de atividade dessa diplomacia paralela dos governos não-centrais.

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