O sensacionalismo na imprensa brasileira
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Abstract
Esta monografia é um estudo do sensacionalismo da imprensa no Brasil. O
problema foi escolhido de acordo com a identificação de aspectos negativos da
imprensa. Por meio de pesquisa em livros, artigos e em exemplares da imprensa
escrita, foram recolhidas e analisadas informações de diversas áreas:
Comunicação Social, Sociologia, Psicologia e Jurídica. Além das informações de
especialistas no assunto, foram utilizados também os conhecimentos empíricos
do aluno - que atualmente é repórter fotográfico de um periódico - e a
exemplificação feita por meio de fotografias ditas sensacionalistas ou não. O
estudo pretendeu identificar o sensacionalismo como uma disfunção da
Comunicação Social por estar classificado como narcotizante e por vezes
prejudicial à sociedade, uma vez que degrada valores, traz certo descrédito à
mídia e, por vezes, fere os bons costumes, o bom-senso e até mesmo a
Constituição Federal. Por outro lado, foi possível detectar que apesar de não ser
bem aceito na esfera dos bons costumes, o sensacionalismo vem sendo
largamente utilizado como ferramenta mercadológica, já que o efeito narcotizante
atrai o receptor e como conseqüência, aumenta as vendas do veículo dito
sensacionalista. É importante ressaltar que nem todo veículo é sempre
sensacionalista. Por vezes, veículos não-sensacionalistas se utilizam do artifício
apenas em determinadas páginas ou situações pontuais e específicas. Como já
foi dito, as conseqüências do sensacionalismo podem ser extremamente
prejudiciais á sociedade. A esta modalidade jornalística estão associados crimes
e a progressão do status de indivíduos considerados marginais e não habilitados
para o convívio em sociedade.