Evolução das terapêuticas para a correção da Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo ao longo dos últimos 20 anos: uma revisão de literatura
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A é uma alteração congênita rara, caracterizada pelo estreitamento da aorta e das valvas mitral e aórtica, que podem causar o subdesenvolvimento do ventrículo esquerdo e circulação sistêmica deficiente. A intervenção cirúrgica precoce é necessária, porém ainda assim, a alta taxa de morbimortalidade por complicações pós cirúrgicas, compromete o prognóstico. As internações prolongadas propiciam infecções hospitalares e sequelas neurológicas secundárias à hipóxia, gerando um sofrimento físico e psíquico do paciente e dos familiares. É possível notar que a hipoplasia ventricularesquerdaéuma condiçãoemque o coração e osvasossanguíneosnãocrescemenãofuncionambemosuficiente,eissoacontecedevidoadiferentesalterações naestruturaefunçãodocoração.Quandoestasmudançasacontecem,podem causarproblemasmuitograves que necessitam de intervenção médica precoce para melhorar a sobrevida e aqualidade de vida dos pacientes. A SHCE é, portanto, uma anomalia querequercirurgia corretiva, envolvendo procedimentos como a cirurgia de Norwood, o procedimento de Glenn e a cirurgia de Fontan, dependendo da gravidade da condição e doformatodo coração do paciente.Oobjetivodessesprocedimentos cirúrgicosémelhorar acirculaçãodosangueportodoo corpo e corrigir quaisquerproblemasnaestruturado coração.
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WANDERLEI, Marília Magalhães et al. Evolução das terapêuticas para a correção da Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo ao longo dos últimos 20 anos: uma revisão de literatura. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v. 7, n. 2, p. 01-15, mar./abr., 2024. DOI:10.34119/bjhrv7n2-348. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/68841/48785