A dimensão clínica do projeto terapêutico singular no contexto da saúde mental infantojuvenil
| dc.contributor.author | Coe, Ricardo Prado de Souza | |
| dc.date.accessioned | 2021-08-16T15:27:57Z | |
| dc.date.available | 2021-08-16T15:27:57Z | |
| dc.date.criacao | 2021 | |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.description.abstract | O projeto terapêutico singular (PTS) é uma das ferramentas de articulação que ajudam no desempenho do duplo mandato – gestão e terapêutico - do qual estão encarregados os Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi). O mandato terapêutico é elaborado por uma equipe multiprofissional para a composição de estratégias e dispositivos de cuidado que levem em conta a singularidade do frequentador. Em se tratando de crianças e adolescentes, os desafios se multiplicam, seus tratamentos são balizados pela família, seu protagonismo é dificultado pelas concepções sociais que temos acerca dos infantes, suas especificidades exigem especialização que a maioria dos profissionais não tem, além da defasagem histórica em recursos financeiros e ações de saúde pública. A pesquisa procurou compreender de que forma uma equipe multiprofissional, utilizando-se do PTS, articula a dimensão clínica do tratamento de crianças e adolescentes, quais seus impasses e possibilidades. Visando compreender os aspectos clínicos e subjetivos da equipe multiprofissional, foi utilizado a metodologia qualitativa e a Hermenêutica de Profundidade de Thompson (1995), reinterpretada por Demo (2006), para análise das informações. O instrumento de pesquisa foram as entrevistas semiestruturadas realizadas com quatro profissionais de diferentes formações que atuaram por no mínimo um ano no campo da saúde mental infantojuvenil. A partir desses relatos, chegouse à conclusão que a interdisciplinaridade é vista como um potencial da equipe multiprofissional, e que o PTS é compreendido por todos como um dispositivo de articulação das diversas dimensões de tratamento, embora, possa ser subutilizado por vezes. Por fim, as estratégias parecem, em sua maioria, atender a pluralidade de demandas e fomentar o protagonismo do usuário. Dentre elas, o trabalho lúdico, aparece como uma categoria de destaque por sua complexidade, principalmente, quando de realizado de forma livre | pt_BR |
| dc.identifier.orientador | Tania Inessa Martins de Resende | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/15169 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Saúde mental | pt_BR |
| dc.subject | Infantojuvenil | pt_BR |
| dc.subject | PTS | pt_BR |
| dc.subject | Clínica | pt_BR |
| dc.subject | Brincar | pt_BR |
| dc.title | A dimensão clínica do projeto terapêutico singular no contexto da saúde mental infantojuvenil | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
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