Travesti no sistema carcerário do Distrito Federal: visibilidade e compreensão da identidade de gênero à luz dos direitos humanos

dc.contributor.advisorGomes, Camilla de Magalhães
dc.contributor.authorSantos, Isabella Petrocchi Rodrigues dos
dc.date.accessioned2018-04-07T16:36:48Z
dc.date.available2018-04-07T16:36:48Z
dc.date.criacao2018-04-07
dc.date.issued2017
dc.description.abstractO presente trabalho trata sobre a situação carcerária das travestis e demais mulheres trans encarceradas e busca analisar até que ponto os instrumentos protetivos que versam sobre o assunto em comento são respeitados e de fato cumpridos pelo sistema penitenciário. Nessa conjuntura, a pesquisa estabeleceu seu foco nos presídios do Distrito Federal e, mais especificamente, no Centro de Detenção Provisória (CDP). Tendo isso em vista, as bases da metodologia de pesquisa foram a pesquisa bibliográfica e realização de entrevistas semi estruturadas, no sentido de que foi construída uma base de perguntas para servir de guia, mas houve liberdade para se apresentarem outras questões a serem desenvolvidas ao longo da conversa com os(as) voluntários(as) desse projeto. O objetivo, aqui, foi o de esclarecer e pontuar a teoria e a prática que se circunscrevem ao tema em análise, percebendo onde são os pontos de desrespeito aos direitos e garantias das travestis em situação de encarceramento. Foi também imprescindível a coleta de dados qualitativos do sistema carcerário do DF no que se refere ao tratamento das travestis por parte dos agentes carcerários. Foi constatado que, apesar de os instrumentos protetivos, a nível nacional e internacional, caminharem no sentido de assegurar o respeito às diversidades da população LGBT e à identidade de gênero das travestis, em se tratando da visão, na prática, do sistema (e das instituições que o formam), é claro o descaso: a legislação, as normas e os princípios que tratam do tema são continuamente ignorados. Entre as justificativas estão o desconhecimento de quem sejam essas mulheres trans encarceradas e a insistência dos agentes que fazem o sistema (diretores de presídio, juízes de direitos, etc) em sustentar padrões morais e estéticos binários, não enxergando as travestis verdadeiramente como quem são: mulheres. Assim, o estigma que recai sobre as travestis encarceradas tem peculiaridades que precisam ser tratadas com atenção, tendo em vista o contexto social cisnormativo em que estão inseridas.pt_BR
dc.identifier.citationSANTOS, Isabella Petrocchi Rodrigues dos. Travesti no sistema carcerário do Distrito Federal: visibilidade e compreensão da identidade de gênero à luz dos direitos humanos. 2017. 83 f. Monografia (Graduação) - Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/235/11635
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectIdentidade de gêneropt_BR
dc.subjectSexualidadept_BR
dc.subjectTravestipt_BR
dc.subjectSistema carceráriopt_BR
dc.titleTravesti no sistema carcerário do Distrito Federal: visibilidade e compreensão da identidade de gênero à luz dos direitos humanospt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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