O processo psicoterápico com autistas: produções subjetivas de duas psicólogas clínicas

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A presente pesquisa tem como objetivo geral propiciar reflexões em relação ao papel do psicoterapeuta frente à condição do autismo, a partir da compreensão das produções subjetivas de duas profissionais em atuação clínica, tendo como referencial teórico a Teoria da Subjetividade em uma perspectiva cultural-histórica. A metodologia aqui empregada teve como fundamento o método construtivo-interpretativo, baseado na Epistemologia Qualitativa, que compreende o conhecimento como o processo de construção de campos da realidade, produzidos por uma inter-relação entre a prática do pesquisador e a realidade concreta estudada. As participantes da pesquisa são psicólogas clínicas que experienciaram a atuação psicoterápica com indivíduos autistas. A pesquisa foi realizada por meio de dinâmicas conversacionais e complemento de frases, e buscou trazer um diferente enfoque para a condição do autismo, levando em consideração o processo de transformação histórica desse diagnóstico, abordando supostos prejuízos e possibilidades no tratamento desses indivíduos, atendo-se as possibilidades de expressão autêntica e singular que o espaço clínico facilita. Ademais, o estudo visou gerar inteligibilidade sobre a atuação clínica com indivíduos autistas, num esforço metapsicológico, a fim de propiciar futuras reflexões e estudos nessa temática.

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CAMPELLO, Guilherme da Cruz D’amico. O processo psicoterápico com autistas: produções subjetivas de duas psicólogas clínicas. 2016. 55 f. Monografia (Graduação) - Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário Brasília, Brasília, 2016.

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