Suicídio e família: concepção de psicólogos e psiquiatras
| dc.contributor.advisor | Rey, Fernando Luís Gonzalez | pt_BR |
| dc.contributor.author | Castro, Mariana Porto de Oliveira | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-30T18:07:20Z | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-05-09T20:57:57Z | |
| dc.date.available | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.available | 2012-10-30T18:07:20Z | en_US |
| dc.date.available | 2013-05-09T20:57:57Z | |
| dc.date.criacao | 2005-06 | pt_BR |
| dc.date.issued | 2005-06 | pt_BR |
| dc.description.abstract | O suicídio é um tema que suscita diversas dúvidas. Em torno dessas dúvidas surgem mitos e idéias errôneas. Não se sabe, exatamente, as causas nem motivações que levam uma pessoa a tirar sua própria vida. Várias hipóteses são levantadas, porém, nenhuma delas pode ser generalizada, visto que, cada caso é diferente e que cada ser humano é díspar em sua existência. Alguns traços de personalidade, bem como, alguns tipos de comportamento ajudam a prever um possível ato de auto-extermínio, porém, é impossível fazer uma previsão através de testes psicológicos. O ato deixa muitas marcas, principalmente, no âmbito familiar. Os parentes podem se sentir culpados, fragilizados e não conseguir enfrentar nem aceitar o luto de maneira saudável, podendo, até mesmo, desenvolver ou desencadear algum tipo de distúrbio psicológico em conseqüência do ocorrido. É importante não menosprezar nem subestimar comentários de pessoas que demonstrem, por qualquer motivo ou momento da vida, intenções suicidas. Muitos morrem por não terem recebido a devida atenção ao seu pedido de ajuda. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/3055 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.title | Suicídio e família: concepção de psicólogos e psiquiatras | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
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