“Políticas de enxotamento” de moradores de rua: uma análise do ponto de vista da criminologia crítica
| dc.contributor.advisor | Zackseski, Cristina Maria | |
| dc.contributor.author | Mitani, Amanda Wendt | en_US |
| dc.date.accessioned | 2012-05-29T23:00:58Z | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-05-09T20:02:24Z | |
| dc.date.available | 2012-05-29T23:00:58Z | en_US |
| dc.date.available | 2013-05-09T20:02:24Z | |
| dc.date.criacao | 2012-05-29 | en_US |
| dc.date.issued | 2011 | en_US |
| dc.description.abstract | O presente trabalho tem como objetivo analisar as “políticas de enxotamento” de moradores de rua sob o ponto de vista da Criminologia Crítica. Para tanto, aborda-se, dentre outros aspectos, o sentimento de insegurança da sociedade que fomenta a elaboração de políticas cada vez mais repressivas tendentes a segregar os indivíduos mais pobres. Na sequência, investiga-se a proposta da teoria das janelas quebradas e do modelo tolerância zero de segurança como forma de atender ao clamor social, buscando reduzir as possibilidades de incidência do delito e amenizar o sentimento de insegurança da sociedade. Além disso, analisam-se as semelhanças dessas propostas com a prevenção situacional. Esta, da mesma forma que aquelas, volta-se para o espaço urbano, vislumbrando na preservação do meio uma possibilidade de prevenir a sociedade contra a criminalidade. Ao pressupor a classificação dos atributos do ambiente das cidades em positivos e negativos, a prevenção situacional sujeita-se a identificar como negativos elementos que dizem respeito não apenas ao aspecto físico do meio, mas também ao social. É o que ocorre com os moradores de rua que, em razão de já serem previamente rotulados pela sociedade como perigosos e sujos, são enxotados das cidades a pretexto de garantir a segurança da população. Tais práticas, que recebem o nome de “políticas de enxotamento”, mostram-se extremamente repressivas, punindo o indivíduo em razão de sua condição pessoal, não por suas ações, mas por sua maneira de ser. Dessa forma, nota-se que as “políticas de enxotamento”, independentemente do viés em que se pretenda inseri-la (preventivo ou repressivo), utilizam-se de uma noção limitada de segurança segundo a qual a segurança dos incluídos não engloba a garantia de direitos aos excluídos. Assim, diante da impossibilidade de se garantir segurança a alguns sem garanti-la a todos, verifica-se a necessidade de ampliação desse conceito. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/481 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Morador de rua | pt_BR |
| dc.subject | Política de enxotamento | pt_BR |
| dc.subject | Sentimento de insegurança | pt_BR |
| dc.subject | Janela quebrada | pt_BR |
| dc.subject | Tolerância zero | pt_BR |
| dc.subject | Prevenção situacional | pt_BR |
| dc.subject | Segurança pública | pt_BR |
| dc.subject | Segurança como garantia de direito | pt_BR |
| dc.title | “Políticas de enxotamento” de moradores de rua: uma análise do ponto de vista da criminologia crítica | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |