Hipertrofia do poder executivo: uma análise do atual modelo de indicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal
| dc.contributor.advisor | Chevitarese, Aléssia Barroso Lima Brito Campos | |
| dc.contributor.author | Magri, Natalia Bárbara Menezes | |
| dc.date.accessioned | 2017-11-10T18:13:06Z | |
| dc.date.available | 2017-11-10T18:13:06Z | |
| dc.date.criacao | 2017-11-10 | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.description.abstract | O Estado Democrático de Direito depende da representatividade do povo no poder e que esse poder seja distribuído em funções estatais harmônicas e independentes entre si. A Constituição é elemento inerente a esse Estado, prevendo princípios e direitos fundamentais, que devem alcançar a todos, inclusive as minorias não representadas. Assim, o Supremo Tribunal Federal, órgão do Poder Judiciário, surge para garantir efetividade a esses princípios e direitos fundamentais, uma vez que funciona como órgão de instância máxima e como guardião da Constituição Federal. No entanto, os protagonistas desse Tribunal são escolhidos livremente pelo chefe do Poder Executivo para exercer um mandato vitalício, enquanto o próprio presidente da República exerce um mandato fixo de 4 (quatro) anos. Pela análise dos modelos de indicação dos ministros no direito alienígena, verifica-se uma atuação mais ativa do Poder Legislativo, seja aprovando ou reprovando as indicações do presidente, seja indicando uma quantidade considerável de juízes aos Tribunais para equilibrar a interpenetração do Executivo. No Brasil, a previsão de sabatina pelo Senado Federal para aprovação dos nomes indicados pelo presidente é ato meramente formal, representando pouquíssimos casos de reprovação na história. Em meio a um cenário de forte crise de representatividade e instabilidade das Instituições do Estado não se pode mais tolerar um modelo que desvirtue a separação de poderes e coloque em risco as atividades jurisdicionais da mais alta Corte do País. A metodologia adotada buscará compreender o fenômeno jurídico e questionar a norma positivada, a fim de propor um debate crítico acerca do tema a título de conclusão. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | MAGRI, Natalia Bárbara Menezes . Hipertrofia do poder executivo: uma análise do atual modelo de indicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal. 2017. 73 f. Monografia (Graduação) - Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2017. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/235/11279 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Estado democrático de direito | pt_BR |
| dc.subject | Constituição | pt_BR |
| dc.subject | Separação dos poderes | pt_BR |
| dc.subject | Indicação | pt_BR |
| dc.subject | Ministro | pt_BR |
| dc.subject | Supremo Tribunal Federal | pt_BR |
| dc.subject | Poder executivo | pt_BR |
| dc.subject | Interferência direta | pt_BR |
| dc.title | Hipertrofia do poder executivo: uma análise do atual modelo de indicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |