Preconceito linguístico na escola: é possível mudar?
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Esta monografia tem como objetivo apresentar a questão das variações linguísticas no Ensino Fundamental I bem como a problemática sobre a discriminação existente em decorrência dessa variação no Brasil, um país de grande dimensão e com forte influência regional, principalmente, na região do DF, onde a população, em sua maioria, é oriunda dos diversos estados da Federação. A metodologia aplicada neste trabalho foi a qualitativa. Estabelece um padrão de busca de textos correlatos à temática e reproduzi situações reais relacionadas à minha experiência profissional sobre o tema. Ao final, sugere como combater a prática do preconceito e da discriminação decorrentes das variações linguísticas. A conclusão a que se chega é que existe, na sociedade brasileira, preconceito linguístico, sobretudo, nos locais onde predomina a linguagem padrão, como as escolas e os meios de comunicação. As contribuições deste estudo são suas sugestões de formas de combate para nortear a direção das escolas, que devem adotar ações que visem a combater a discriminação e o bullying. Tais ações podem ser levadas a efeito pelos educadores e possivelmente multiplicadas entre as instituições de ensino de todo o país para combater esse comportamento discriminatório que ocorre diariamente nas escolas do Brasil. Essa prática discriminatória existe, pode e deve ser combatida. Os elementos para isso estão ao alcance de todos. Isso será demonstrado nesta monografia.