“Eu sou tu, tu és eu somos partes do divino eu” a função mãe e a psicose

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Este estudo insere-se no campo da saúde mental, e em reflexões teóricas sobre a primeira infância no que concerne ao relacionamento mãe-bebê. Partimos dos pressupostos teóricos de autores como Freud, Lacan, Winnicott e Bowlby, com o objetivo de estimular a discussão sobre a importância do desempenho da função-mãe e da relação mãe-bebê para a formação do sujeito saudável. Discutimos, a partir daí, como a falha nessa díade pode ser devastadora para a saúde mental humana. Os trabalhos de Bowlby e Winnicott trazem a concepção de que a relação mãe-bebê é a fundadora da saúde mental e que os resultados positivos dessa relação funcionam como organizadores psíquicos na vida do sujeito. Já as teorias de Freud e Lacan, trazem os aspectos implicados na função mãe e na sua relação com o funcionamento psicótico. A partir da análise da experiência de estágio articulada com a teoria refletimos sobre as questões que perpassam o sujeito em sua relação com a função mãe. Concluímos assim, que a função mãe deve ser envolvida de orientação pela sua importância e de prevenção, pois toda ordem de exagero nesse desempenho pode implicar no desenvolvimento do funcionamento psicótico.

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