Síndrome de abstinência neonatal no Brasil, 2000-2014
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Trata-se de estudo transversal, comparativo e de abordagem quantitativa que se propôs a analisar a frequência de registros de sintomas de abstinência neonatal de drogas utilizadas pela mãe (CID10: P96.1) no Brasil, no período de 2000 a 2014. Os dados que fundamentaram a pesquisa foram fornecidos pela Coordenação Geral de Informações e Análise Epidemiológica (CGIAE) do Ministério da Saúde (MS). O estudo demonstrou o universo de 30 casos, com a média e o desvio padrão respectivamente de 2 e ±1,19. A maior frequência foi identificada no ano de 2006, que apresentou a incidência de 13,35% (n=4). A região sudeste foi a que apontou a maior frequência, registrando 33,3% (n=10) e o estado de São Paulo com 20% (n=6). O estudo demonstrou, ainda, reduzida frequência do fenômeno.
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SILVA, Jéssica de Araújo. Síndrome de abstinência neonatal no Brasil, 2000-2014. 2016. 18 f. Monografia (Graduação) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2016.