Transtorno bipolar e o uso de estabilizadores do humor: e os problemas da adesão

dc.contributor.advisorAlves, Sergio Henrique de Souzapt_BR
dc.contributor.authorGama, Amanda Avila Calmon Nogueira dapt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T18:08:35Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:57:21Z
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T18:08:35Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:57:21Z
dc.date.criacao2011-07pt_BR
dc.date.issued2011-07pt_BR
dc.description.abstractCaracterizado por flutuações do humor que vão da mania a depressão o transtorno bipolar é responsável por grande prejuízo funcional, cognitivo e social além de ser um problema de saúde pública que oferece risco de mortalidade. Dois tipos serão estudados no presente trabalho: Transtorno Bipolar I que é caracterizado por ao menos um episódio maníaco seguido de episódios depressivos maiores e o Transtorno Bipolar II que são períodos de episódios depressivos maiores seguidos de ao menos um episódio hipomaníaco. Sem uma diferenciação apropriada o DSM-IV abrange muitos casos nesse espectro de transtorno dificultando o fechamento do diagnóstico e muitas vezes também a prática clínica. Apesar das diversas hipóteses como a interação das monoaminas e a disfunção mitocondrial sua fisiopatologia ainda permanece desconhecida. Com uma psicofarmacologia crescente e estudos ainda precários e pouco randomizados o mecanismo de ação das drogas aqui apresentadas também permanecem obscuros. Como é o caso do lítio que teve seu efeito antimaníaco descoberto pelo psiquiatra australiano John Cade em 1949. Sua investigação se dá quando injeta em cobaias urina de indivíduos maníacos e depois os compara com grupos de controle, pacientes esquizofrênicos e deprimidos. Na verificação todas as amostras de urinas mostraram-se bastante tóxicas e letais e as de pacientes maníacos mostraram-se ainda mais elevadas. Pesquisas têm demonstrado que algumas drogas com propriedades anticonvulsivantes apresentaram eficácia no tratamento de pessoas com transtorno bipolar como é o caso do valproato e da carbamazepina. Com o mecanismo de ação ainda não totalmente elucidado esses anticonvulsivantes também apresentam uma lista de reações adversas. A não adesão ao tratamento do Transtorno Bipolar é bastante frequente. Muitas são as teorias para tentar explicar tal fenômeno como, por exemplo, a gama de efeitos colaterais que os medicamentos trazem. Tendo isso em vista a possibilidade de recaídas e de recorrência devido a descontinuação da medicação é grande. Estudos e pesquisas que avaliam o papel da psicoeducação e de terapias em parceria com o tratamento farmacológico ainda estão no inicio. Neste estudo o objetivo é fazer uma revisão bibliográfica dos últimos achados sobre tal patologia na tentativa de preencher alguma das diversas lacunas ainda existentes a respeito desse transtorno.
dc.identifier.citationGAMA, Amanda Avila Calmon Nogueira da. Transtorno bipolar e o uso de estabilizadores do humor: e os problemas da adesão. 2011. 39 f. Monografia (Graduação em Psicologia) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2011.
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2770
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectTranstorno bipolar
dc.subjectEstabilizadores do humor
dc.subjectMecanismo de ação
dc.titleTranstorno bipolar e o uso de estabilizadores do humor: e os problemas da adesãopt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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