Análise das metodologias de depreciação dos imóveis e vida útil

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O trabalho em questão se propõe a verificar os limites das metodologias utilizadas para quantificar e estabelecer a depreciação dos imóveis e sua vida útil em processos de transações imobiliárias e investimento de manutenção, a fim de identificar as principais dispersões existentes entre os modelos matemáticos propostos e casos reais existentes. Nosso artigo comprova que os modelos matemáticos utilizados não correlacionam ás manifestações patológicas entre os diversos sistemas da uma edificação. Quando analisamos todos os sistemas que compõem a edificação e suas patologias esta correlação pode acelerar a perda da vida útil do bem, reduzindo significativamente os parâmetros consolidados pelo Bureau of Internal Revenue e estudos da tabela de Ross-Heidecke. Em transações imobiliárias, o valor total a ser investido no bem transacionado está intimamente relacionado a esta análise. Grandes distorções, como verificado nas metodologias apresentadas neste artigo, aumentam os riscos dos investidores ocultando custos não embutidos nos modelos matemáticos, por falta de correlação entre as manifestações patológicas e seus sistemas.

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