A boa fé no direito administrativo: a legítima expectativa como limite à burocracia
| dc.contributor.author | Taquary, Catharina Orbage de Britto | |
| dc.date.accessioned | 2020-11-23T21:35:16Z | |
| dc.date.available | 2020-11-23T21:35:16Z | |
| dc.date.criacao | 2020-11-13 | |
| dc.date.issued | 2019-05-28 | |
| dc.description.abstract | No Brasil diversos procedimentos dentro do ordenamento jurídico são exigidos sem legitimidade por não terem previsão legislativa. A tese aborda a boa fé dentro do Poder Público e examina como a legítima expectativa poderá limitar a burocracia. A problemática desta tese questiona o porquê da burocracia ofender as legítimas expectativas e aumentar o nível de corrupção. As hipóteses para o problema estão pautadas no Ministério da Desburocratização, o qual surge para contribuir com a prática menos burocratizada na sociedade; nas políticas públicas que promovem a desburocratização, bem como sua funcionalidade prática para o Estado Brasileiro. O objetivo da pesquisa é investigar a relação de controle da Administração Pública com a burocracia. Sua justificativa encontra respaldo no Decreto-Lei nº 9.094/2017 e na Lei nº 5.547/2015 que promove a simplificação de procedimentos dentro do Distrito Federal, além de promover uma base jurídica para as expectativas legítimas. A utilidade desta tese é contribuir para que se entenda que a infinitude de leis e burocracias somente serão úteis à sociedade se a expectativa legítima servir como princípio de hermenêutica para ajudar o cidadão naquela espera autêntica. Portarias sem valor jurídico e o senso comum dentro da Administração Pública geram costumes burocráticos, porém, são vazios em valores jurídicos. A boa fé não pode revogar uma lei, contudo, pode ser utilizada ao lado de outros instrumentos jurídicos para afastar burocracias criadas não por lei em sentido formal, mas por portarias e resoluções. A pesquisa enfrenta questionamentos pertinentes e motivados pelos cidadãos brasileiros que cotidianamente lutam contra o engessamento da Administração Pública. O estudo dessas expectativas legítimas abrange a aceitabilidade social das promessas de Estado (Estado – Cidadão e Cidadão – Estado). A confiança legítima é a ação esperada daquilo que é previsível. | pt_BR |
| dc.identifier.orientador | Bessa, Leonardo Roscoe | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/14496 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | UniCEUB | pt_BR |
| dc.subject | Expectativa Legítima | pt_BR |
| dc.subject | Desburocratização do Estado | pt_BR |
| dc.subject | Administração Pública | pt_BR |
| dc.subject | Boa-Fé | pt_BR |
| dc.subject | Direito Administrativo | pt_BR |
| dc.title | A boa fé no direito administrativo: a legítima expectativa como limite à burocracia | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |