Regras em clínica e em relacionamentos amorosos: um estudo de caso
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O presente trabalho foi elaborado tendo como referência de um lado, o arcabouço teórico
construído a partir de estudos teóricos e empíricos realizados na perspectiva da Análise do Comportamento e, de outro, um estudo de caso sobre regras em clínica e em relacionamentos
amorosos. O estudo de caso reflete uma determinada experiência de atendimento, que
permitiu trazer, para a prática, as discussões dos estudos teóricos abordados. Na medida em
que se desenvolvia o atendimento clínico, foram sendo identificados os argumentos teóricos
trazidos pelos autores. Nesse contexto, o atendimento clínico sobre o qual se discorre no texto
teve como suporte conceitual os pressupostos teóricos relacionados à emissão ou não de
regras pelo psicoterapeuta. O caso estudado mostra que as pessoas tendem a seguir regras
imprecisas emitidas pela comunidade verbal e que o seguimento dessas regras expõe esses
indivíduos a condições aversivas. O objetivo principal da psicoterapia, nesses casos, seria
substituir essas regras imprecisas por regras precisas, formuladas pelo próprio indivíduo. A
conclusão da pesquisa corrobora com a perspectiva de que a emissão de regras em clínica pelo
terapeuta pode ser prejudicial para o processo psicoterápico, enquanto a modelagem por
contingências seria a alternativa mais indicada para intervenção clínica. Essa é, portanto, a
temática central da presente monografia.
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Citation
BARROS, Fernanda Serôa da Motta Brandão. Regras em clínica e em relacionamentos amorosos: um estudo de caso. 2010. 54 f. Monografia (Graduação em Psicologia) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2010.