Tempo é dinheiro, o resto é silêncio
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Apontamos o facho de luz de nossa leitura para a segunda metade do século XVIII, como ponto motor de transformação das práticas sociais na lida com a natureza e com as atividades de produção, quando o sistema capitalista em crescimento apropriou-se do tempo e o transformou em mercadoria e lucro. Seguiremos alguns eventos que impulsionaram nossa relação com o trabalho e com o lazer, perpassando as transformações advindas da aceleração e posterior digitalização do tempo, submetendo-nos a uma silenciosa servidão contemporânea