Tempo é dinheiro, o resto é silêncio
| dc.contributor.author | Lusz, Pedro | |
| dc.date.accessioned | 2016-08-22T20:49:10Z | |
| dc.date.available | 2016-08-22T20:49:10Z | |
| dc.date.criacao | 2016 | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description.abstract | Apontamos o facho de luz de nossa leitura para a segunda metade do século XVIII, como ponto motor de transformação das práticas sociais na lida com a natureza e com as atividades de produção, quando o sistema capitalista em crescimento apropriou-se do tempo e o transformou em mercadoria e lucro. Seguiremos alguns eventos que impulsionaram nossa relação com o trabalho e com o lazer, perpassando as transformações advindas da aceleração e posterior digitalização do tempo, submetendo-nos a uma silenciosa servidão contemporânea | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/235/8850 | |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.subject | Tempo | pt_BR |
| dc.subject | Capitalismo | pt_BR |
| dc.subject | Dinheiro | pt_BR |
| dc.subject | Lucro | pt_BR |
| dc.subject | Servidão | pt_BR |
| dc.title | Tempo é dinheiro, o resto é silêncio | pt_BR |
| dc.type | Artigo | pt_BR |