União estável poliafetiva: o reconhecimento da união estável nas relações poliafetivas consentidas como forma de garantia do direito fundamental à felicidade
| dc.contributor.author | Parisi, Ana Luísa Pernambuco | |
| dc.date.accessioned | 2021-03-23T15:21:37Z | |
| dc.date.available | 2021-03-23T15:21:37Z | |
| dc.date.criacao | 2021-01-19 | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.description.abstract | A união estável, ao ser tutelada como entidade familiar, deve ser analisada sob a ótica do afeto, não apenas da redação legislativa. O que têm em comum os relacionamentos poliafetivos e homoafetivos é justamente o afeto presente, sendo esse fator que deve ser a razão constitutiva da união estável. Uma vez que as uniões estáveis homoafetivas são reconhecidas, o caminho para que o mesmo ocorra com as relações poliafetivas passa a ser trilhado. A grande razão do porquê o assunto deve ser trazido à tona e à luz do debate é simples: a felicidade. A felicidade é um direito, esse decorrente do princípio da dignidade humana, que deve ser entendido como elemento fundamental não apenas das relações interpessoais, mas de todas as ações tomadas pelo ser humano. Posto isto, é imprescindível o entendimento e reconhecimento das uniões estáveis poliafetivas como passíveis de tutela ao serem norteadas pela felicidade e pelo afeto. | pt_BR |
| dc.identifier.orientador | Longo, Ana Carolina Figueiró | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/14821 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | UniCEUB | pt_BR |
| dc.subject | União Estável | pt_BR |
| dc.subject | Poliafetividade | pt_BR |
| dc.subject | Poliamor | pt_BR |
| dc.subject | Direito à Felicidade | pt_BR |
| dc.subject | Dignidade da Pessoa Humana | pt_BR |
| dc.subject | Afeto | pt_BR |
| dc.title | União estável poliafetiva: o reconhecimento da união estável nas relações poliafetivas consentidas como forma de garantia do direito fundamental à felicidade | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |