A não participação efetiva do Brasil na construção do regime internacional de indicações geográficas para vinhos
| dc.contributor.advisor | Apolinário, Silvia Menicucci de Oliveira Selmi | |
| dc.contributor.author | Accarini, Thanara de Assis Paixão | |
| dc.date.accessioned | 2016-11-14T20:54:22Z | |
| dc.date.available | 2016-11-14T20:54:22Z | |
| dc.date.criacao | 2016-11 | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description.abstract | Este trabalho tem como objeto de estudo a construção do Regime Internacional de indicações geográficas para vinhos no âmbito da Organização Mundial do Comércio que vem sendo alvo de discussão nas últimas Rodadas de Negócios da Instituição. Com o reconhecimento da modalidade de indicação geográfica como oportunidade de desenvolvimento regional e nacional, os Estados têm lançado mão dessa ferramenta como forma de promover os seus produtos e aumentar o volume de suas exportações. Assim, tornou-se necessário estabelecer normas para regulamentar o uso desse selo distintivo no sistema internacional, assegurando então os direitos de propriedade aos verdadeiros inventores. Nesse sentido, os países membros da OMC acordaram durante a Quarta Conferência Ministerial da Organização em 2001, na cidade de Doha, no Qatar, em estabelecer a criação de um sistema multilateral de notificação e registros de indicações geográficas para vinhos de acordo com o que propõe o artigo 23.4 do TRIPS (Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio). Desde então, três propostas foram apresentadas aos membros: a da União Europeia, a do Joint Proposal Group e a proposta de Hong Kong, China. Infelizmente, como será observado por meio desta pesquisa, não houve participação efetiva do Brasil em nenhuma das três propostas apresentadas, o que contradiz com o atual crescimento da indústria vinícola nacional e o reconhecimento dos vinhos brasileiros no exterior. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | ACCARINI, Thanara de Assis Paixão. A não participação efetiva do Brasil na construção do regime internacional de indicações geográficas para vinhos. 2016. 102 f. Monografia (Graduação) - Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2016. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/235/9218 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Globalização | pt_BR |
| dc.subject | Interdependência | pt_BR |
| dc.subject | Regime internacional | pt_BR |
| dc.subject | Organização Mundial do Comércio | pt_BR |
| dc.subject | Indicação geográfica | pt_BR |
| dc.subject | Brasil | pt_BR |
| dc.title | A não participação efetiva do Brasil na construção do regime internacional de indicações geográficas para vinhos | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |